domingo, 12 de julho de 2009

REAL TIME: “Domingo Legal” atinge vantagem de 7 pontos sobre a Globo em São Paulo às 13:09

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Confira como estava a audiência das emissoras às 13:09 em São Paulo:

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Confira como estava a audiência das emissoras às 12:52 em São Paulo:

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:Glob: 9,2

Confira como estava a audiência das emissoras às 13:03 em São Paulo:

:Glob: 11
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:rec: 3
:ban: 3

Nessa hora o SBT estava no intervalo.

REAL TIME: “Domingo Legal” com Portiolle tem mais audiência que soma da Globo, Record e Band

http://babado.ig.com.br/images/116/116/15/503120.gente_celso_portiolli_224_298.jpg

Confira a audiência das emissoras às 12:42 no Rio:
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:Glob: 12,5
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:ban: 2

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Entrevista: “Já definimos o dia da semana e o horário do meu game show” diz Roberto Justus


Roberto Justus vira a tela do computador e exibe com orgulho sua participação no DVD de Agnaldo Rayol. “Quem vai falar mal assistindo a essa apresentação?”, fala, enquanto se senta na poltrona de sua sala na agência Young & Rubicam.
A semana do empresário, apresentador e cantor palestrante foi das mais atribuladas. Justus fechou um contrato de quatro anos com Silvio Santos. Por enquanto, sabe que vai apresentar um game show – e só.

A reunião nesta semana com o Silvio Santos definiu o seu programa no SBT?

Roberto Justus – Já definimos o dia da semana e o horário do meu game show, mas a concorrência não pode saber ainda. Meu programa terá uma hora e meia. Não vai ser tudo do jeito que eu gostaria porque não teremos tempo para fazer com a minha cara. Sabe, nós somos muito diferentes, mas acho que podemos nos complementar muito bem.

Como assim?

R. J. – O mestre Silvio Santos fala muito bem com esse público do SBT. A ideia é que eu faça um pouco do que fiz na Record, trazer também o público A e B. Se eu fosse igual ao Silvio, ele não precisaria de mim. Meu show vai ter uma cara um pouco diferente da dos programas populares do SBT.

Não vai ser um choque?

R. J. – Não. Para mim, não existe público do SBT, existe um público brasileiro.
Sei falar com as classes C e D também. Quando apresentei o quiz show, dentro do ‘Aprendiz’ (Record), mostrei o meu lado animador de auditório. Sei ser brincalhão.

Você vai ter um poder que não tinha na Record?

R. J. – Tenho uma sociedade com o Silvio Santos com relação a todos os programas que vou desenvolver no SBT. Todo o lucro ou prejuízo será dividido meio a meio. Quero ser um grande apresentador e contribuir com a audiência do canal.

Consultor do SS

“Isso não existe, ninguém impõe nada ao Silvio.
O que ele vai fazer na emissora dele é problema dele.
Mas hoje ele ouve mais as pessoas”

Comprar o SBT

“E eu lá tenho dinheiro para comprar o SBT? O SBT
não está à venda. É claro que, se um dia ele
quiser fazer negócio, vou pensar no caso”

Conciliar atividades

“Minha vida é atrapalhada. Mas estou planejando sair
mais do dia a dia da minha empresa em 2010. Sou jovem
o suficiente para dar conta de outras coisas”

Michael Jackson

“É uma perda lamentável, gostava muito dele. Mas era
uma pessoa totalmente desequilibrada… infelizmente,
ele não conseguiu suportar o sucesso todo”

Entrevista polêmica de Vicente Sesso, novo autor do SBT



Após quase um ano e meio de negociações com o SBT, Vicente Sesso vendeu os direitos autorais das novelas Uma Rosa com Amor e Minha Doce Namorada, sucessos da década de 70. O dramaturgo conta que só assinou contrato quando Silvio Santos aceitou uma cláusula importante: somente ele (Sesso) poderia reescrever suas histórias.
“Não sabia do interesse da Íris Abravanel em adaptar sucessos antigos e disse ao Silvio que ninguém mais destruiria minhas novelas, como aconteceu com Sangue do Meu Sangue, produzida pelo SBT, em 1995”, disse Sesso a O Fuxico. Nesta entrevista polêmica, o autor critica os novelistas brasileiros, avalia a responsabilidade de Íris Abravanel em adaptar textos de Janete Clair, provoca a Globo e o próprio Silvio Santos.

Confira!


O Fuxico: As negociações com o SBT – que adquiriu os direitos autorais das suas novelas Uma Rosa com Amor e Minha Doce Namorada – demoraram muito. Não entravam em um acordo financeiro?

Vicente Sesso: Essa questão nunca foi prioridade em minha vida profissional. Já trabalhei de graça, como em Cara a Cara, que escrevi para a Band. Gostei da proposta, por saber que abriria mercado de trabalho com mais um horário de novela. Mas, quando ele me disse que meu texto seria adaptado por outra pessoa, encerrei as negociações.


OF: Você não sabia que a Íris Abravanel, mulher do Silvio Santos, buscava sucessos para adaptar?
VS: Nem imaginava! Ele não comentou nada sobre ela. Como somos amigos pessoais, eu disse ao Silvio que ninguém destruiria minhas novelas, como aconteceu com Sangue do Meu Sangue, produzida pelo SBT, em 1995. Na época, eu exigi assumir o comando do texto e subi a audiência, que estava péssima. Infelizmente, o mercado é mal servido de novelistas.
OF: Diz isso em relação aos seus colegas de época?
VS: Os bons já morreram ou estão a caminho. As novelas são repetitivas demais, tudo é muito fraco, sem conteúdo. Quem acerta, é porque copiou tramas do passado e não por criatividade. Mas, essas pessoas deveriam seguir fielmente o texto original, por questão de inteligência e respeito.
OF: Íris Abravanel criou algumas tramas paralelas, para aumentar Vende-se Um Véu de Noiva, de Janete Clair.
VS: Acho isso um perigo. Ainda mais em se tratando de uma adaptação de novela de rádio. Se a Janete, que era uma especialista, fez a história enxuta, é porque não cabia aumentá-la. A Íris precisa pensar como a Janete, tentar encontrar saídas parecidas com as que ela já usou. Será uma árdua tarefa.
OF: Você prestigia os trabalhos dos seus colegas?
VS: Quase não vejo tevê. Sou crítico até comigo, me irrito demais quando o texto é ruim. Há pouco tempo, vi uma cópia de uma novela da Ivani Ribeiro, minha amiga, e me chateei muito. Depois, assisti a outra com um núcleo de homens quase pelados, um horror!
OF: O que achou da Record lançar Mutantes, trama de Tiago Santiago, que aposta em realismo fantástico?
VS: A imprensa criticou demais essa novela, mas foi uma tentativa de mudança. E parte do público aprovou. O núcleo de teledramaturgia dessa emissora é novo, precisa crescer e melhorar muito ainda. Mas, gosto de saber que a concorrência não deixará mais a Globo impor seu ponto de vista nesse campo.
OF: Você tem mágoa da Globo?
VS: Sou uma pessoa polêmica e pago um alto preço por isso. Nas reuniões de autores da Globo, eu falava para o Boni o que realmente pensava sobre a baixa qualidade dos textos, que garanto: podem, sim, destruir a carreira de qualquer ator. Os novelistas deveriam ser pessoas mais responsáveis. Eu só sobrevivi dentro da Globo, porque o que faço realmente dá audiência. Não foi à-toa que o Silvio Santos me chamou.
OF: Acredita que o SBT pode fazer novelas mais competitivas?
VS: Sim. Nos anos 90, ele tinha um elenco de primeira e boa estrutura. Mas, por não tirar as novelas mexicanas da cabeça, o Silvio desistiu de investir em produto nacional. Noto que a mulher dele é esclarecida, atualizada e promete impulsionar a emissora.
OF: E, mesmo assim, você não a deixa adaptar suas novelas.
VS: Não. Eu faço questão de escrever, escalar o elenco, palpitar na direção… Já atuei, dirigi e sei bem do que falo.
OF: Nos anos 70, você decidiu a investir na carreira internacional. O que o levou a tomar essa decisão?
VS: Já conhecia bem o povo brasileiro, seus gostos e expectativas. Queria inovar e não podia. Aprendi que, quando você passa mais de quatro anos em uma empresa, passa a ser considerado móveis e utensílios da empresa.
OF: As novelas Deus lhe Pague, Verônica e Desengano de Amor conquistaram o mercado na Argentina, Peru, México, Itália e EUA. Você ganhou mais dinheiro no exterior que no Brasil?
VS: Não falo sobre isso. Mas, garanto que no Brasil os novelistas são mal remunerados. Ganha-se no máximo R$ 100 mil e perde-se quase a metade, com encargos e impostos. Isso não chega a 10% do que se ganha em Hollywood.
ofuxico

sábado, 4 de julho de 2009



O "Programa do Ratinho" realmente voltou. Só faltam os testes de DNA. Mas o jornalismo tomou conta do programa, sempre com comentários do Ratinho sobre cada assunto. Tem gente que não gosta. Mas, sinceramente, ele só fala a verdade. Doa a quem doer.



O "Superpop" continua com o mesmo nível - baixo e rudimentar. Mas não foi a apresentadora Luciana Gimenez quem disse que queria "mudar o nível" do programa?

domingo, 21 de junho de 2009

BOMBA: Eliana já é do SBT; Hoje será a última exibição do Tudo é Possivel

APRESENTADORA / ELIANA

Por Ricardo Feltrin, UOL

O SBT contratou a apresentadora Eliana Michaelichen Bezerra, 35, pelos próximos quatro anos. No momento em que este texto é publicado, a Record exibe aquele que será, provavelmente, o último “Tudo é Possível”.

O SBT vai pagar pouco mais de R$ 1 milhão pela rescisão do contrato, que venceria em dezembro. Meses atrás, a Record procurou a apresentadora para renovação, mas, segundo Ooops! apurou, os bispos se negaram a dar o reajuste que Eliana pediu na ocasião.

No SBT, por contrato, terá um programa nas tardes de domingo. Ela exigiu que parte do conteúdo desse futuro programa estivesse em cláusula: haverá uma porcentagem “X” de matérias e reportagens que estejam relacionadas a ciência e ecologia, por exemplo.

Não foram revelados valores, mas acredita-se que, na Record, Eliana ganhasse algo na faixa dos R$ 250 mil. No SBT esse valor mais que triplicou (especula-se em R$ 800 mil).

Eliana ficou na Record por dez anos. Com a saída de Boris Casoy e Raul Gil, se tornou a única apresentadora ou âncora que sobreviveu a quase duas “gerações” inteiras de estrelas e programas.

Em 2005, quando a emissora começou o discurso “a caminho da liderança”, soube se reinventar, mudou de público, de estilo e, pode-se dizer sem receio, se deu muito bem. Ao ponto de vencer no ibope, por anos a fio, o antigo mentor e aquele que acaba de recontratá-la: Silvio Santos.

O turrão

Segundo Ooops! apurou, a Record perdeu Eliana já no início de janeiro, quando a emissora fez uma oferta considerada “insossa” pela renovação. Para efeitos de comparação, Britto Jr. e Anna Hickmann ganhavam mais do que Eliana.

Quando a apresentadora fez uma contra-oferta, um bispo envolvido disse que o caso estava “encerrado”. Não havia como renovar desse jeito, resmungou. Não houve mais contato.

Na última sexta, por mais de quatro horas e meia (das 17h00 às 21h30), esse mesmo bispo e seus interlocutores tentaram demover Eliana da idéia. Mas o caso estava encerrado.

Record cutuca SBT e leva a pior

sbt_record

A Record mexeu com quem não devia.
Nascido e criado sob as asas de Silvio Santos, Gugu Liberato criou vôo próprio e tem todo o direito de seguir seu rumo em outro canal.

Mas, ao oferecer 3 milhões mensais para ter o pupilo do patrão, a Record saiu no prejuízo. Senor Abravanel tentou manter Gugu em casa e, ao que constava até ontem, não obteve sucesso.

Agora Silvio carrega da Record duas cartas importantes na emissora, Eliana (ela própria, também nascida e criada sob as asas de Silvio, com quem concorre aos domingos e não raramente vence) e Roberto Justus.

Veja bem, pode-se gostar ou não de Roberto Justus, mas ele era, efetivamente, um dos, senão O, maiores ímãs de anunciantes da emissora do bispo Macedo. Como a Record vai bem de quantidade mas ainda sofre larga rejeição do público AB, no quesito qualidade de audiência, a saída de Justus, por si só, já não compensa a chegada de Gugu. A saída de Justus e Eliana, então, equivale a preju na certa.
Justus traz prestígio, anunciantes, público AB e, de quebra, também audiência quantitativa. A Record é que não contava com a astúcia do Homem do Baú.

No frigir dos ovos, a gargalhada do Silvio se dá por último.